domingo, 22 de março de 2015

5º Domingo da Quaresma

“Se alguém quer me servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.
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(Jo 12, 26)
No contexto dos acontecimentos anteriores à Páscoa Judaica a ser celebrada por Jesus com seus discípulos, Ele tem consciência de que a sua “hora” havia chegado. Em sua experiência de homem, Jesus teve seus conflitos, suas angústias. Contudo, sentiu-se confortado pelo Pai e não desiste de sua missão.
O Pai iria glorificá-lo! E propõe aos seus discípulos o seguimento sincero a Ele, para que também fossem honrados pelo Pai. No contexto da narrativa do evangelho deste domingo houve pessoas que vieram em peregrinação à Jerusalém para a festa da Páscoa e que desejariam ver Jesus. São acolhidas por Filipe e André, que as apresentam a Jesus.   
No período da Quaresma é nosso desejo ver melhor a pessoa de Jesus e moldar nossa vida com a sua vida. Isto o fazemos pela conversão sincera e pela mudança de atitude para bem seguí-Lo. Àquele que se propõe a seguir Jesus Cristo pede-se a coragem de também morrer, a exemplo de uma semente que é jogada ao chão para produzir frutos. Há muitas oportunidades em nossa vida cristã em que Deus nos pede sacrifícios, perdas, renúncias. Mas, tudo deverá ser feito com amor, para que por nossos atos se produzam frutos de justiça e de fraternidade.
Certamente seria bom, no contexto da CF deste ano “Fraternidade – Igreja e Sociedade”, ajudar pessoas em nossas famílias ou em nossas comunidades,  que estejam gravemente enfermas e ainda não tenham uma verdadeira compreensão de que sua “hora”, quando assumida na perspectiva do verdadeiro abandono nas mãos do Pai, as confortará e lhes preparará para o encontro definitivo com o Senhor.

Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

sábado, 21 de março de 2015

Dia 21 de março - Dia Internacional da Síndrome de Down


Paróquia do Senhor Bom Jesus do Monte parabeniza todos que acreditam e apoiam as pessoas com deficiência e que criam espaços para sua inclusão e autogestão.  
Dia Internacional da Síndrome de Down - 21 de março já era lembrado em diversos países, mas agora passou a fazer parte do calendário oficial de 193 países membros das Nações Unidas – ONU.  
A data foi escolhida pela Associação Internacional, Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem.

Saiba mais sobre a Síndrome de Down:

A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil e está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.
O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

Fonte: Fenapaes

Diálogo e insatisfação - Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
A onda de insatisfação popular neste momento da sociedade brasileira é interpelativa. Essa interpelação precisa afetar desde os governos, passando por todas as instituições, religiosas, educativas e culturais, até os ambientes familiares, envolvendo cada cidadão em particular. A lista das insatisfações inclui, prioritariamente, os rumos da governabilidade, os funcionamentos no conjunto da sociedade, como também não exclui o que é de caráter estritamente existencial. O momento está caracterizado pelo peso de exigências que parecem inatingíveis. Projeta, numa vala de lamentações e desânimos, a credibilidade que deveria sustentar os processos e impulsionar inovações capazes de apontar as saídas para as crises que se abatem sobre essa pobre sociedade. Pobre, sobretudo, porque tendo a oportunidade de se organizar adequadamente, carece de líderes competentes para imprimir rumos novos aos processos, envergadura às instâncias ocupadas e inventividades que não permitam o encastelamento de chefias e representações no gênero literário próprio do profeta Jeremias: a lamentação. Agora, em meio à crise, é hora da aprendizagem. De utilizar o desafio próprio do interno de toda crise - econômica, política, existencial - para desenvolver a capacidade de conduzir processos e legar à cultura, tecido constituinte da sociedade, um horizonte novo. De partir da crise para criar a consistência mais adequada e, assim, não correr o risco de perder o que se tem de bom e, mais terrivelmente, não conseguir avançar, abrindo mão das oportunidades. Alguns focos são importantes e decisivos neste momento do País, como também acontece na vida de cada cidadão. A perda de foco e o desespero de abraçar tudo e todos ao mesmo tempo podem ser fatais, a exemplo de um náufrago que se debate muito, perdendo as forças e a chance de continuar a viver, bem próximo do porto procurado. Entre os focos essenciais neste momento, como reação e resposta, é fundamental incluir a importância capital das lideranças que precisam despontar nos diferentes ambientes e no coração das instituições. Como bem advertem os que refletem sobre o assunto, não se está à procura de chefes, mas de líderes. A liderança se constrói essencialmente pelo caminho determinante do foco para este momento, que é o diálogo. Nossa cultura precisa exercitar-se na capacidade do diálogo, o que não significa muita conversa, pois se conversa muito, fala-se sobre tudo, até mesmo daquilo que não é da própria conta. Mas o resultado são conchavos interesseiros. Tramam-se derrubadas e impõem-se prejuízos para os outros. A mesquinhez da cultura da disputa e da incompetência humana e profissional produz o fracasso do outro e a ascensão daquele que passa a ocupar o lugar vazio sem o esforço honesto e qualificado. A escassez de líderes, em todos os níveis, ocasionada pela falta do diálogo, tem criado e reforçado uma cultura mesquinha cujas soluções se dão exclusivamente pelo prisma do dinheiro. A economia, então, torna-se perigosa arma e não instrumento de regulações para garantir a solidariedade e a justiça. Ao contrário, produz privilégios e perpetua a exclusão social. A ausência de lideranças e do diálogo vai deixando os funcionamentos institucionais, religiosos, políticos e governamentais em campo de guerra onde uns lutam contra os outros, instigados pelos ciúmes e pelas invejas que envenenam e corroem. Para superar os aspectos negativos dessa realidade, o enfrentamento da crise e tudo o que ela envolve, em respeito à onda de insatisfação popular, deve se eleger o diálogo como prioridade. Esse pode ser o mecanismo para reconfigurar a cultura, no atual momento, esgarçada e sem forças para garantir a mínima credibilidade em relação a governos, instituições, políticos, investidores e investimentos. As condições necessárias se esvaem não porque foram transportadas para a estratosfera, mas porque as escamas dos olhos não permitem a clareza que o momento atual exige para fazer despontar lideranças e convencer cada cidadão da responsabilidade e importância de sua contribuição. É hora, sobretudo, de dialogar. Ninguém pode se encastelar em suas casas e escritórios. É hora de descer às ruas, ir ao encontro dos pobres, dar ouvidos ao povo, é hora de se aproximar de todos. Certamente, nesse momento, líderes governamentais não despontarão e não serão capazes de soluções inovadoras, nascidas de dentro da crise, se não exercitarem-se incansavelmente no diálogo. Não se trata de negociações palacianas visando à distribuição de fatias do poder ou da busca mesquinha de garantias de vitórias político-partidárias. Trata-se do diálogo que gera a cultura da “pertença”, da dignidade, da reverência ao outro e da compreensão da cidadania vivida como instrumento determinante na construção da sociedade nova que precisa nascer. Trata-se de algo muito simples. Do diálogo filosoficamente entendido como atitude própria do homem capaz de se dirigir e de responder ao outro como igual, para com ele estabelecer uma relação. Essa é a primeira resposta às insatisfações populares, sintomáticas da necessidade de mudanças. O diálogo, sempre e em todas as circunstâncias, evitando arbitrariedades e autoritarismos, é o caminho permanente para gerar uma cultura digna da nação que somos. É preciso dialogar para aprender a ser sincero e, na sinceridade, fazer o que se faz com seriedade. Quem não dialoga não diz de si, não diz a verdade. Quem não sabe dizer de si, não escuta. E quem não diz a verdade trava o diálogo e a consequência disso será sempre o fracasso e a insatisfação. Não há quem dê conta dessa onda.

Confissão: liberdade e reconciliação com o próximo

Uma das melhores práticas neste tempo da Quaresma é aproximar-se do sacramento da confissão ou da reconciliação. A confissão consiste em um sacramento instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do batismo. A confissão dos pecados (acusação), mesmo do ponto de vista simplesmente humano, liberta-nos e facilita nossa reconciliação com os outros.
A declaração dos pecados ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento da penitência: “Os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de que têm consciência depois de se examinarem seriamente, mesmo que esses pecados sejam muito secretos e tenham sido cometidos somente contra os dois últimos preceitos do decálogo, pois às vezes esses pecados ferem gravemente a alma e são mais prejudiciais do que os outros que foram cometidos à vista e conhecimento de todos".
Essa virtude de Penitência não serve apenas para que nasça em nosso coração o arrependimento e a dor por ter pecado. Ela nos ajuda ainda a realizar certos atos exteriores, as obras de penitência, que servem para diminuir a pena do Purgatório, que teremos de pagar antes de irmos para o Céu; serve para dominar nossas más inclinações, nossos defeitos dominantes; e, também, para nos fortificar no bem. São obras de penitência: rezar, jejuar, dar esmolas, suportar com paciência os sofrimentos e contrariedades, aceitar os incômodos da vida.
A melhor obra de Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. penitência é receber o Sacramento da Penitência, que é a Confissão.
Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações.
Sugiro 7 motivos, tanto naturais quanto sobrenaturais, para voltarmos à confissão:
1. Porque o pecado impõe um fardo sobre as nossas costas.
2. Porque o pecado nos vicia.
3. Porque precisamos desabafar.
4. Porque a confissão nos ajuda a nos conhecer.
5. Porque a confissão ajuda as crianças.
6. Porque confessar os pecados mortais é necessário.
7. Porque a confissão é um encontro pessoal com Cristo.
Santo Afonso de Ligório repete a advertência de Sócrates e alerta: "Meu filho, é uma vergonha cometer o pecado; não, porém, libertar-se dele pela confissão".

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Padre João Rodrigues Dantas
Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Luminárias

terça-feira, 17 de março de 2015

Comemorações de Passos atrai inúmeros fiéis ao centro histórico

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10346530_1052270021454365_6833948333780672180_nFé, tradição e cultura marcaram as Solenidades de Passos no último final de semana, na histórica São João del-Rei. A celebração, que se perpetua por mais de 280 anos, reunindo crianças, jovens, adultos e idosos, refletindo os últimos passos de Jesus a caminho do calvário e o tocante encontro com Nossa Senhora.

Celebrada pela Venerável Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos, a programação teve início no começo da Quaresmal com Vias-Sacras, procissões e rasouras.
Na sexta-feira, 13, a imagem de Nossa Senhora das Dores deixou a Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar e, em procissão, foi levada a Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo. Já no sábado, 14, foi à vez da imagem do Senhor Bom Jesus dos Passos ser transportada, agora, para a Igreja de São Francisco de Assis. Ao final das duas procissões, os fiéis puderam se emocionar com o tocante canto do Miserere de autoria do compositor Manoel Dias de Oliveira.
encontrojaveJá no domingo, o dia amanheceu com rasouras, missas e toques de sinos (a programação contou também com o “Combate de Sinos”). À noite, as atenções ficaram voltadas para a Praça Barão de Itambé, nas escadarias da Igreja das Mercês, onde Padre Javé Domingo, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, da cidade de Minduri, proferiu o sermão do Encontro de Jesus com Nossa Senhora. O momento foi de forte emoção, já que o sacerdote destacou com ênfase o papel maternal de Maria e a grandeza do amor de uma mãe para com seu filho.
Após a tocante Paraliturgia, os fiéis se dirigiram em procissão a Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar para o Sermão do Calvário.

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Fotografias: Mauro Amorim (Dukamorim)

Emaús fará adoração nas cidades e comunidades vizinhas

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O Movimento de Emaús da Diocese de São João del Rei, fará Adoração ao Santíssimo Sacramento em algumas cidades da Forania de São João del Rei e de Prados. As adorações serão a partir do dia 13 de Março e vai até o dia 5 de Junho, acontecerá sempre na Sexta-feira às 19:30h, e é aberta a toda a comunidade paroquial.

Aqui em São João del Rei será na Capela de São Cristóvão e nas cidades Vizinhas e Distrito do Rio das Mortes na Igreja Matriz.
Confira o cronograma das adorações:
13/03Rio das Mortes
20/03São João del-Rei
27/03Lagoa Dourada
10/04Santa Cruz de Minas
17/04Dores de Campos
24/04Barroso
08/05São João del-Rei
15/05Resende Costa
22/05São João del-Rei
29/05Prados
05/06São João del-Rei

Nota de Falecimento – Pai do Padre Marcos

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Padre Marcos
Faleceu na manhã desta segunda-feira, 16, o senhor José Alexandre Pereira, pai do Padre Marcos Pereira, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Lavras.
Seu corpo estará no Velório São João Batista. A missa e o sepultamento estão previstos para 09 horas dessa terça-feira, no Cemitério da Saudade, em Lavras.
Ao sacerdote e todos os familiares do Sr José Alexandre, nossos sentimentos.

Tradicional Combate de Sinos encanta São João del Rei por mais um ano

sinossNo último final de semana aconteceu na cidade histórica de São João del-Rei o tradicional “Combate dos Sinos”, evento que faz parte da programação de Comemoração dos Passos.
Desde a sexta-feira, 13, até o domingo, os saojoanenses e visitantes podiam ouvir as fortes badaladas às 12h15, 15h e 18h nas Igrejas da Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar(torre dos Passos), Nossa Senhora do Monte Carmelo e Igreja de São Francisco de Assis. De cabeça para baixo, repique, reviradas, não importa como, os sinos da cidade falam como se fossem gente.
A tradição centenária tem um sentido muito forte de comunicação. Até hoje, o símbolo religioso oferece informações importantes para o povo da cidade. Sem dúvida, uma ação belíssima que deixou mais pessoas de ouvido em pé.

Fotografia: Thiago Morandi

Dom Frei Célio emite nova Tabela de Emolumentos

NOVA TABELA
 
 1) BatizadosR$ 20,00
 2) Certidão de Batismo, Crisma, Casamento, Óbito, etc...R$ 15,00
 3) Encomendação
R$ 20,00
 4) CrismasR$ 20,00
 5) Missas
      a) Missa com dia e hora marcadosR$ 60,00
      b) Missa com várias intenções (receita da paróquia)
R$ 5,00
      c) Missa de formatura
          Missa de Bodas Matrimoniais e de 15 anos
          Missa em Capela Rurais, a pedido de particulares (despesa de condução e Espórtula).
          Missa Gregoriana
R$ 350,00
R$150,00
R$ 100,00
R$1.800,00
       d) Missa "Pro populo": odos os Párocos e Administradores estáo obrigados a aplicar uma Santa Missa, pelos vivos e falecidos de sua paróquia, aos Domingos e dias santos de guarda (Cân. 534)-
 6) Casamentos
         a) Ao padre convidado somente para assistir o Matrimônio
R$ 150,00
         b) Processo completo (ao que faz o PHM, assiste o Matrimônio e registra)R$ 350,00
         c) Processo parcial (ao que faz o PHM e a Transferência) R$ 180,00
         d) Processo parcial (ao que acolhe o PHM, assiste o Matrimônio e o registra)R$ 180,00
 7) Perpetuidade de Sepultura   10% do valor cobrado pela paróquia
 8) Prestação de Serviços do Arquivo Eclesiástico Diocesano
a) Solicitação de busca       R$20,00
b) Certidões do ano de 1700 a 1850
c) Certidões do ano de 1851 a 1924
d) Certidões do ano de 1925 a atual 
e) Certidão Negativa
R$70,00
R$60,00
R$40,00
R$15,00
f) Retificação para fins de cidadania (abertura de processo)R$40,00
g) Transcrição paleográfica - 01 folha
h) Transcrição paleográfica – 02 folhas
i) Transcrição paleográfica – acima de 03 folhas -
R$15,00
R$25,00
R$10,00 por folha
*OBSERVAÇÃO: Casamentos realizados em templos que estão sob os cuidados de, arquiconfrarias, irmandades e ordens terceiras, entrar em contato com a tesouraria das mesmas para se certificar do valor da taxa de uso da igreja. 
    

NOTAS 

1) Os locais para a realização de casamentos religiosos são as igrejas matrizes ou capelas paroquiais. Portanto,  não se permite a realização em outros ambientes.
2) Recomendamos que, normalmente, os casamentos devem ser realizados na própria paróquia onde os noivos, ou um deles, tenha domicílio. Aqueles que desejarem se casar nas igrejas históricas estejam cientes que as mesmas possuem taxas especiais para a manutenção dos templos.
3) Incentivamos a celebração comunitária de Bodas e Aniversário de 15 anos.

4) Esta tabela representa o máximo. Não se pode pedir mais.


5) Sempre se leve em conta a condição social dos fiéis, particularmente dos mais pobres.


6) As 5 coletas especiais estabelecidas pela Santa Sé e pela CNBB* são uma obrigação de todas as comunidades(Paróquias – Capelanias – Capelas) e devem ser enviadas integralmente à Cúria Diocesana até 15 dias após a sua realização.


7) A Paróquia organizará sua contabilidade, seja para demonstrar aos fiéis a reta aplicação das ofertas, seja para enviar os balancetes à Cúria Diocesana até o dia 10 do mês seguinte com o comprovante de depósito.

6) As Ordens Terceiras, Confrarias e Irmandades estão obrigadas a apresentar, mensalmente, o balancete de seu movimento financeiro e entregar à Cúria, através da Paróquia, 10% de sua renda bruta.
*Coletas Nacionais (CNBB)
Coleta para Evangelização - 3° Domingo do Advento
Coleta da Campanha da Fraternidade - Domingo de Ramos
Coleta dos Lugares Santos - Sexta-feira da Paixão
Coleta do Óbolo de São Pedro - Domingo entre 28 de junho e 04 de Julho
Coleta das Pontifícias Obras Missionárias - Mês de Outubro

Os casos não contemplados nesta tabela serão regulamentados pelo Conselho Econômico da Diocese
São João del-Rei, 15 de Março de 2015
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+ Dom Célio de Oliveira Goulart
Bispo Diocesano 
          
                   
Pe. Álisson André Sacramento
Ecônomo

Pe. José Bittar
Coordenador de Pastoral

segunda-feira, 16 de março de 2015

Santo Padre convoca Ano Santo da Misericórdia

“Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse o papa Francisco, no dia 13 de março, durante celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

O papa anunciou o Ano Santo da Misericórdia, que terá início no dia 8 de dezembro deste ano, na solenidade da Imaculada Conceição e, concluirá em novembro de 2016.
“Sede misericordiosos como o Pai” será o lema do Jubileu Extraordinário, versículo retirado do Evangelho de São Lucas.  A iniciativa convida os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o sacramento da Reconciliação.
De acordo com comunicado da Santa Sé, a abertura do próximo jubileu irá acontecer no 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II e, “adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada com o Vaticano II”.
O Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela organização das celebrações deste jubileu, recorda em nota oficial que o papa Francisco tinha afirmado no início de 2015 que se vivia “o tempo da misericórdia”. O lema episcopal do papa Francisco é ‘miserando atque eligendo’, que recorda passagem do Evangelho de São Mateus: “olhou-o com misericórdia e escolheu-o”.
Com informações e foto da Rádio Vaticano