domingo, 27 de julho de 2014

Com emoção fiéis celebram São Gonçalo do Amarante

No domingo, dia 27, os moradores da Comunidade do Caburú celebraram com alegria  padroeiro São Gonçalo do Amarante. Os festejos se iniciaram no dia 17, com as orações da novena em honra ao padroeiro, no dia 26, o Apostolado da Oração celebrou o dia consagrado ao Sagrado Coração de Jesus. No dia maior, as celebrações se iniciaram as 5h30, com as Matinhas e a alvorada.
As 13horas foi celebrada a Santa Missa em louvor a São Gonçalo do Amarante, que contou com a igreja repleta de devotos. Em seguida foi realizado na praça da capela um animado leilão de prendas. As 16h30 a procissão levando as venerandas imagens de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Sagrado Coração de Jesus e São Gonçalo do Amarante tomou as ruas da comunidade. A procissão contou com o brilhantismo feito pela Corporação Musical São Sebastião de Santa Cruz de Minas. Nas ruas homenagens, nos rostos dos fiéis emoção e no céu, fogos. Na chegada foi dada a benção do Santíssimo Sacramento, e as 21horas um show pirotécnico encerrou as festividades do padroeiro do ano de 2014.









Entrevistas

"A festa foi muito boa, é desde de pequeno que acompanho a festa do padroeiro São Gonçalo do Amarante, e estou até hoje participando, com a Irmandade do Santíssimo, apesar do mal tempo está muito bom."Nos retratou Fernando Ziviane


"Está festa é realizada pela Irmandade do Santíssimo, ministros, moradores da comunidade, de comunidades vizinhas, visitantes. Com a ajuda de todos."Disse o festeiro Senhor Carlos Neto.

Visita do Senhor Bom Jesus do Monte

Para o Senhor João Bosco Alves, a visita da imagem do Bom Jesus as comunidades é muito importante, porque assim as comunidades se tornam mais próximos do padroeiro, para assim terem mais devoção, um maior carinhos para com o Senhor do Monte. Ele espera que isto seja sempre mantido nas festas.


Texto e fotos- Emanuel Souza 

17º Domingo do Tempo Comum

Dia 27 de julho
Evangelho (Mt 13, 44-52)
“Todo mestre da lei que se torna discípulo do reino dos céus é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas” 
(Mt 13, 52)
A missão de Jesus Cristo foi a de instaurar entre nós o Reino de Deus. E assim o Reino de Deus torna-se o objetivo principal dos ensinamentos do Novo Testamento. João Batista e Jesus iniciam sua pregação proclamando que o Reino de Deus estava próximo e que seria necessária a conversão para recebê-lo. O Reino é comparado a um tesouro precioso, ou a uma pérola de grande valor, ou ainda a uma grande pesca. O importante será a ação da pessoa em busca do Reino, o saber empenhar-se e fazer, com a sabedoria que vem do próprio  Deus, a escolha certa.
O Reino de Deus já está presente, como uma semente; mas é necessário que cresça. Instaurado por Jesus, é certamente a concretização daquilo que previam as Sagradas Escrituras. Deverá ser construído em toda a terra e essa é a missão dos cristãos. Iluminados pelo Espírito Santo somos chamados a trabalhar nessa construção. A Igreja não se identifica com o Reino de Deus, mas aponta as condições para construirmos e participarmos deste Reino. Para isso será necessário escolhermos com sabedoria aquilo que é mais importante e nos devotarmos totalmente a este empreendimento: a vivência do amor e a transformação das realidades pecaminosas que dificultam a presença do Reino de Deus em nosso mundo de hoje.
Na realidade de um mundo secularizado em que vivemos, onde as pessoas não querem saber de Deus ou dos valores proclamados por Jesus Cristo, somos conscientes de que o Batismo nos faz anunciadores do Reino de Deus. Que o nosso anúncio seja alegre e contagiante, para que outros possam conhecer e assumir o compromisso de implantar este Reino de Deus. O Reino de Deus não é delimitado por espaço, tempo ou momento, mas por todas as ações concretas em favor da justiça, da paz, da alegria e do amor, ensinadas e vividas por Jesus Cristo.

D. Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

sábado, 26 de julho de 2014

Dia 26 de julho- Solenidade de Sant'Ana e São Joaquim


Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do messias, como previam as sagradas profecias.
Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha de dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim ele o desejasse. Por isso a esterilidade causava sofrimento e vergonha e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal.
Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias.
No Evangelho, Jesus disse: "Dos frutos conhecereis a planta". Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de sua ação.
Maria, ao nascer no dia 8 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida para, no futuro, ser a Mãe do Filho de Deus.
A princípio, apenas santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1584, também são Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.

Fonte- http://diocesedecolatina.org.br/


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Dia 25 de julho- Dia de São Tiago Maior e São Cristóvão

São Tiago Maior


Tiago nasceu doze anos antes de Cristo, viveu mais anos do que ele e passou para a eternidade junto a seu Mestre. Tiago, o Maior, nasceu na Galiléia e era filho de Zebedeu e Salomé, segundo as Sagradas Escrituras. Era, portanto, irmão de João Evangelista, os "Filhos do Trovão", como os chamara Jesus. É sempre citado como um dos três primeiros apóstolos, além de figurar entre os prediletos de Jesus, juntamente com Pedro e André. É chamado de "maior" por causa do apóstolo homônimo, Tiago, filho de Alfeu, conhecido como "menor".
Nas várias passagens bíblicas, podemos perceber que Jesus possuía apóstolos escolhidos para testemunharem acontecimentos especiais na vida do Redentor. Um era Tiago, o Maior, que constatamos ao seu lado na cura da sogra de Pedro, na ressurreição da filha de Jairo, na transfiguração do Senhor e na sua agonia no horto das Oliveiras.
Consta que, depois da ressurreição de Cristo, Tiago rumou para a Espanha, percorrendo-a de norte a sul, fazendo sua evangelização, sendo por isso declarado seu padroeiro. Mais tarde, voltou a Jerusalém, onde converteu centenas de pessoas, até mesmo dois mágicos que causavam confusão entre o povo com suas artes diabólicas. Até que um dia lhe prepararam uma cilada, fazendo explodir um motim como se fosse ele o culpado. Assim, foi preso e acusado de causar sublevação entre o povo. A pena para esse crime era a morte.
O juiz foi o cruel rei Herodes Antipas, um terrível e incansável perseguidor dos cristãos. Ele lhe impôs logo a pena máxima, ordenando que fosse flagelado e depois decapitado. A sentença foi executada durante as festas pascais no ano 42. Assim, Tiago, o Maior, tornou-se o primeiro dos apóstolos a derramar seu sangue pela fé em Jesus Cristo.
No século VIII, quando a Palestina caiu em poder dos muçulmanos, um grupo de espanhóis trouxe o esquife onde repousavam os restos de são Tiago, o Maior, à cidade espanhola de Iria. Segundo uma antiga tradição da cidade, no século IX o bispo de lá teria visto uma grande estrela iluminando um campo, onde foi encontrado o túmulo contendo o esquife do apóstolo padroeiro. E a Espanha, que nesta ocasião lutava contra a invasão dos bárbaros muçulmanos, conseguiu vencê-los e expulsá-los com a sua ajuda invisível.
Mais tarde, naquele local, o rei Afonso II mandou construir uma igreja e um mosteiro, dedicados a são Tiago, o Maior, com isso a cidade de Iria passou a chamar-se Santiago de Compostela, ou seja, do campo da estrela. Desde aquele tempo até hoje, o santuário de Santiago de Compostela é um dos mais procurados pelos peregrinos do mundo inteiro, que fazem o trajeto a pé.
Essa rota, conhecida como "caminho de Santiago de Compostela", foi feita também pelo papa João Paulo II em 1989. Acompanhado por milhares de jovens do mundo inteiro, foi venerar as relíquias do apóstolo são Tiago, o Maior, depositadas na magnífica catedral das seis naves, concluída em 1122.


Fonte- http://diocesedecolatina.org.br/

São Cristóvão


Cristóvão, para os íntimos, foi filho de um rei pagão da região do Oriente Médio e tinha como objetivo de vida servir o homem mais poderoso do mundo.
Em sua busca, serviu a guerreiros e imperadores e percebeu que mesmo os mais fortes temiam alguém ou alguma coisa.
Um dia, enquanto descansava à beira de um rio, conheceu um velho eremita cristão que morava na região, para quem contou sua história.
Enquanto conversavam, chegou uma caravana para atravessar para o outro lado do rio, mas não havia ponte, e a travessia era perigosa, em razão da correnteza.
Reprobus foi convencido pelo eremita a auxiliar àquelas pessoas a cruzar o rio, mas que jangada que nada, levou-as todos sobre seus próprios ombros, cruzando a correnteza do rio com as forças de suas próprias pernas.
Eis que, ao levar uma criança de um lado para o outro do rio, no entanto, Reprobus se vê em uma situação absolutamente inesperada para um homem com sua força e estatura: à medida que vadeava o rio, o menino se tornava cada vez mais pesado – tão pesado como se o mundo inteiro tivesse sobre seus ombros, e ele não pudesse terminar de cruzar o rio.
Posso sentir, neste exato instante, o desespero de Reprobus: exaurido por um esforço desumano, não poderia considerar o abandono de sua caminhada uma opção, pois a criança tinha de chegar a salvo ao outro lado do rio, o que aconteceu. Quando chegou, a criança se revelou o Cristo, e Reprobus se tornou “Cristóvão”.
Para variar, como alguns dos meus santos preferidos, Cristóvão não é totalmente reconhecido pela Igreja Católica, mas quem vai negar sua simbologia (tão forte como a de São Jorge)? De minha infância, por exemplo, a festa do 25 junho, quando meus pais levavam todos os carros e caminhões para benzer e colocar uma medalha de São Cristóvão, é uma constante.
Fonte-http://1diadecadax.wordpress.com/