quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Dia 23 de novembro - Memória a São Clemente I

Imagem relacionadaSão Clemente I assumiu a Cátedra de Pedro, depois de Lino, Anacleto e com muito empenho regeu a Igreja de Roma dos anos 88 até 97. Sobressai no seu pontificado um documento de primeira grandeza, fundamental a favor do primado universal do Bispo de Roma: a carta aos Coríntios, escrita no ano de 96. Perturbada por agitadores presumidos e invejosos, a comunidade cristã de Corinto ameaçava desagregação e ruptura. São Clemente escreve-lhe então uma extensa carta de orientação e pacificação, repassada de energia persuasiva, recomendando humildade, paz e obediência à hierarquia eclesiástica já então definida nos seus diversos graus: Bispos, Presbíteros e Diáconos. Esta sua intervenção mostra que Clemente, para além de Bispo de Roma, sentia-se responsável e com autoridade sobre as outras Igrejas. E saliente-se que, nessa altura, vivia ainda o Apóstolo São João, o que nos permite concluir que o Primado não foi de modo algum uma ideia meramente nascida de circunstâncias favoráveis, mas uma convicção clara logo desde o início. Se assim não fosse, nunca São Clemente teria ousado meter-se onde, por hipótese, não era chamado. João, como Apóstolo de Cristo, era sem dúvida uma figura venerável. Mas era ao Bispo de Roma, como sucessor de São Pedro, que competia o governo da cristandade. Uma tradição, que remonta ao fim do século IV, afirma que São Clemente terminou sua vida com o martírio. Seu nome ficou incluído no Cânon Romano da Missa.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Dia 22 de novembro - Memória a Santa Cecília

A imagem pode conter: 1 pessoa, florHoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas. No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da sua Paixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão. Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia. Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça. Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Encontro de formação do Clero tem início nesta segunda-feira, 20

Bispo e padres da Diocese de São João del-Rei já se encontram em Lavras para o Encontro de Formação Permanente do Clero Diocesano. Com início as 15 horas desta segunda-feira, 20, o evento pretende levar momentos de oração, missas e reflexões.
Sediado no Recanto Sagrado Coração de Jesus o evento conta com a presença de padre José Carlos dos Santos, da arquidiocese de Mariana, que conduzirá o evento. Ele é mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e professor na Faculdade Arquidiocesana e no Seminário São José de Mariana.
A ideia é proporcionar aos padres mais clareza sobre a saúde mental dos ministros ordenados e a vida afetiva. Ainda hoje o sacerdote conduzirá momentos de estudo com os participantes.
O evento se estende até a tarde de quarta-feira, 22.
Fonte- http://diocesedesaojoaodelrei.com.br/

Dia 21 de novembro - Solenidade da Apresentação de Nossa Senhora no Templo

Resultado de imagem para Apresentação de Nossa Senhora no TemploA memória que a Igreja celebra hoje não encontra fundamentos explícitos nos Evangelhos Canônicos, mas algumas pistas no chamado proto-evangelho de Tiago, livro de Tiago, ou ainda, História do nascimento de Maria. A validade do acontecimento que lembramos possui real alicerce na Tradição que a liga à Dedicação da Igreja de Santa Maria Nova, construída em 543, perto do templo de Jerusalém. Os manuscritos não canônicos, contam que Joaquim e Ana, por muito tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua concepção imaculada. Tanto no Oriente, quanto no Ocidente observamos esta celebração mariana nascendo do meio do povo e com muita sabedoria sendo acolhida pela Liturgia Católica, por isso esta festa aparece no Missal Romano a partir de 1505, onde busca exaltar a Jesus através daquela muito bem soube isto fazer com a vida, como partilha Santo Agostinho, em um dos seus Sermões: “Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé, pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos nascesse a salvação; criada por Cristo antes que Cristo nela fosse criado? Fez Maria totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. E assim Maria era feliz porque já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente”.
A Beata Maria do Divino Coração dedicava devoção especial à festa da Apresentação de Nossa Senhora, de modo que quis que os atos mais importantes da sua vida se realizassem neste dia. Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Papa Francisco agracia Igrejas do Santuário da Piedade com título de Basílica

Com a singela capela do século XVIII repleta de fiéis, no ponto mais alto do Santuário Nossa Senhora da Piedade – Padroeira de Minas Gerais -, o arcebispo de Belo Horizonte dom Walmor fez importante anúncio: as duas Igrejas do Santuário foram elevadas à basílicas, um presente do Papa Francisco, neste ano em que são celebrados os 250 anos de história do povo peregrinando na fé ao território sagrado dedicado à Padroeira de Minas Gerais. Agora, a Ermida da Padroeira passa a se chamar Basílica Ermida da Padroeira de Minas Gerais – Nossa Senhora da Piedade, sendo a menor Basílica do mundo, e a Igreja das Romarias é a Basílica Estadual Nossa Senhora da Piedade – Padroeira de Minas Gerais. O anúncio do arcebispo ocorreu em data especial, o Dia Mundial dos Pobres, quando o Santuário recebeu peregrinos que viveram nas ruas da Capital Mineira e, hoje, são acompanhados pela Pastoral de Rua da Arquidiocese de Belo Horizonte. A escolha desse momento para anunciar os títulos concedidos pelo Papa Francisco, segundo o Arcebispo, contribui para que todos reconheçam que as basílicas remetem à realeza de Cristo. “Uma realeza que não significa triunfo, mas serviço aos pobres”, explica dom Walmor, acrescentando: “Anunciar o título de basílica no Dia dos Pobres é um convite para que a sociedade brasileira assuma sempre o dever de lutar para tornar-se melhor, marcada pelo amor de Deus”. Nesse sentido, dom Walmor ressaltou o que diz o Papa Francisco: “Não devemos amar apenas por palavras, mas com gestos concretos, cada pessoa fazendo a diferença”.
Após a Missa, o arcebispo dom Walmor se reuniu com os peregrinos para um momento de partilha. O Santuário da Padroeira de Minas Gerais serviu um café da manhã para as pessoas amparadas pela Pastoral de Rua. O arcebispo ajudou a servir o almoço.
Fonte- http://arquidiocesebh.org.br/

Dia 20 de novembro - Memória a Santo Edmundo

Resultado de imagem para Santo EdmundoReinava Offa nos Estados ingleses. Desejando terminar seus dias em Roma, no exercício da piedade e da penitência, passou a coroa para Edmundo, de quinze anos de idade, descendente dos antigos reis anglo-saxões da Grã-Bretanha. Edmundo, segundo os seus historiadores, foi coroado no dia de Natal de 855. Suas qualidades morais tornaram-no modelo dos bons reis. Tinha grande aversão aos lisonjeiros; toda a sua ambição era manter a paz e assegurar a felicidade dos súditos. Daí o grande zelo na administração da justiça e na implantação dos bons costumes nos seus Estados. Foi o pai dos súditos, sobretudo dos pobres, protetor das viúvas e dos órfãos, sustento e apoio dos fracos. O fervor no serviço de Deus realçava o brilho das suas outras virtudes. A exemplo dos monges e de várias outras pessoas piedosas, aprendeu o saltério de cor.
No décimo quinto ano do seu reinado, foi atacado pelos Dinamarqueses Hínguar e Hubla, príncipes desta nação, verdadeiros piratas, que foram desembarcar na Inglaterra. Edmundo, a princípio, manteve-se sereno, confiando num tratado que tinha feito com os bárbaros logo que vieram para o seu país. Mas quando viu que não respeitaram o tratado, reuniu o seu exército. Mas os infiéis receberam auxílios. Perante este reforço do inimigo, Edmundo sentia-se impotente para o combater. Então os bárbaros fizeram-lhe várias propostas que recusou, por serem contrárias à religião e à justiça que devia aos súditos. Preferiu expor-se à morte a trair sua consciência. Carregaram-no de pesadas cadeias e levaram Edmundo à tenda do general inimigo. Fizeram-lhe novas propostas. Respondeu com firmeza que a religião lhe era mais cara do que a vida, e que nunca consentiria em ofender a Deus, que adorava. Hínguar, enfurecido com esta resposta, mandou açoitá-lo cruelmente. O santo sofreu todos os maus tratos com paciência invencível, invocando o Sagrado Nome de Jesus. Por fim, foi condenado a ser decapitado, recebendo a palma do martírio a 20 de novembro de 870. Os ingleses consideraram-no mártir e dedicaram-lhe numerosas igrejas.
Fonte- http://santo.cancaonova.com/