quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Com fé e devoção, homens e mulheres se reúnem para a recitação do Santo Terço

Nesta última quinta feira do mês consagrado ao Santíssimo Rosário, dia 30 de outubro, os homens e as mulheres que integram os movimentos voltados a recitação do Santo Terço(Terço dos Homens e Terço das Mulheres) se reuniram na Igreja de Nossa Senhora da Saúde para juntos rezarem o Santo Terço. As 19horas o reverendíssimo pároco, Pe Ilton, celebrou a Santa Missa e logo em seguida todos os presentes se ajoelharam aos pés de Jesus Sacramentado e se iniciaram as orações. Após o término de cada mistério um determinado homem ou mulher proclamava uma passagem bíblica e o Padre Ilton meditava a passagem com os presentes. Após as orações do Terço, foi dada a benção do Santíssimo Sacramento, encerrando assim a última quinta feira do Mês do Santíssimo Rosário.





Entrevistas

Ao Senhor João Bosco da Ressurreição, Jesus Cristo através do Santo Terço já concedeu muitas graças, e uma delas é ter tido a graça de ingressar na Irmandade do Santíssimo, ressaltou ele, e alcançou também por Jesus Cristo e São Judas Tadeu, através da recitação do Terço a cura de uma grave doença que João passou no passado.
A coordenadora do Terço das Mulheres, Catarina Sandim também testemunhou e alcançou muitas graças rezando o Santo Terço;"O Terço é uma arma que nós, católicos temos, pois é através do Terço que alcançam,os muitas graças, forças nas estradas da vida. E como Nossa Senhora era fiel a devoção, Ela deixou o Terço para nós. Se as pessoas se reunissem e rezassem o Terço, nosso mundo não estaria da maneira em que se encontra."

Texto e fotos- Emanuel Souza

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Dia 28 de Outubro - Dia de São Simão e São Judas Tadeu


Simão, o mais desconhecido dos 12 apóstolos — a respeito do qual o Evangelho se limita a indicar o nome e a alcunha de “Zelota” —, teve o mérito de ter trabalhado pela propagação da mensagem evangélica, não em vista de um lugar de honra, mas para o triunfo do Reino de Deus sobre a terra. Antigas tradições suprem a falta de notícias. Os bizantinos identificam-no com Natanael, de Caná, e com o “mestre-sala” durante as bem conhecidas bodas, quando Jesus transformou a água em vinho. Simão é ainda identificado com o primo do Senhor, irmão de são Tiago Menor, ao qual sucedeu como bispo de Jerusalém, nos anos da destruição da Cidade Santa pelos romanos. Os armênios sustentam que ele difundiu o Evangelho em sua região, onde teria sofrido o martírio. Seja como for, seu campo missionário é deduzido dos lendários Atos de Simão e Judas, segundo os quais os dois apóstolos percorreram juntos as 12 províncias do Império Persa. Também no Ocidente os dois apóstolos aparecem sempre juntos. Em Veneza é dedicada a ambos a igreja de São Simão Pequeno. O apóstolo Judas (“não o Iscariotes”, apressa-se em precisar o evangelista são João) é considerado pelos galileus “irmão” (isto é, primo) de Jesus. Eles se perguntam, espantados com o grande barulho que se fazia em torno da figura do Nazareno: “Não é este o carpinteiro... irmão de Tiago [...], Judas?”.
É provável, segundo alguns exegetas, que Judas seja o esposo das bodas de Caná. O primeiro a fazer tal suposição foi o historiador Eusébio, para explicar sua presença como missionário na Arábia, na Síria, na Mesopotâmia e na Pérsia. Sempre segundo a tradição, teria sofrido o martírio em Arado ou em Beirute. Ele é ainda identificado com o autor da carta canônica que leva seu nome, um breve escrito de 25 versículos, no qual lança uma severa advertência contra os falsos doutores e convida à perseverança na fé genuína.

Fonte- http://diocesedecolatina.org.br/

domingo, 26 de outubro de 2014

30º Domingo do Tempo Comum

Dom_Celio_Goulart
Evangelho Mt 22, 34-40
“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração... Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”
(Mt 22, 37-39)
Os judeus tinham um profundo conhecimento das Sagradas Escrituras, principalmente sobre os mandamentos que os orientavam na prática respeitosa daquilo que se pedia aos seguidores de Deus. Mas, através dos seus líderes, questionam a Jesus sobre qual deveria ser o mandamento maior. A resposta de Jesus apresenta a novidade, o segundo mandamento está intimamente ligado ao primeiro. Deve-se sim, amar a Deus em primeiro lugar, mas nunca separá-lo do segundo, que é o amor ao próximo. Não se pode, pois, excluir do amor a Deus, o amor aos semelhantes. Os textos do Antigo Testamento e o novo ensinamento de Jesus nos levam a crer que o encontro com Deus renova e aperfeiçoa a atenção e os cuidados que devemos ter para com aqueles que se constituem como os nossos próximos.
A busca de Deus exige a busca e o encontro também com as pessoas. Não podemos nos isolar em uma busca intimista a Deus e nos esquecermos completamente das pessoas, principalmente daquelas que realmente sejam nossos próximos. A sinceridade no observar o mandamento do amor a Deus em primeiro lugar leva-nos a querer bem as pessoas. Quando nos isolamos numa tentativa de um encontro pessoal mais profundo com Deus na prática da oração, da contemplação, da aproximação do mistério de Deus, ali também iremos descobrir com mais clareza nosso dever em querer bem as pessoas. É este o caminho dos grandes santos em nossa Igreja. Na força do encontro com Deus, está também o sustento para superarmos preconceitos e distanciamentos e, na prática da caridade fraterna fazermos a experiência de descobrir Deus nas pessoas de nossa convivência diária, como também de nos levar ao encontro de outros que necessitam de nossa atenção e ajuda.
Que a força da Palavra de Deus nos ensine concretamente a vencer barreiras na prática do amor fraterno. Este é o grande desafio que todos nós cristãos enfrentamos em cada dia da vida.
D. Célio de Oliveira Goulart – Bispo Diocesano

sábado, 25 de outubro de 2014

Dia 25 de outubro - Dia de Santo Antonio de Sant'Ana Galvão


O brasileiro Antônio de Sant'Anna Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, São Paulo. Seu pai era Antônio Galvão de França, capitão-mor da província e terciário franciscano. Sua mãe era Isabel Leite de Barros, filha de fazendeiros de Pindamonhangaba. O casal teve onze filhos. Eram cristãos caridosos, exemplares e transmitiram esse legado ao filho. Quando tinha treze anos, Antônio foi enviado para estudar com os jesuítas, ao lado do irmão José, que já estava no Seminário de Belém, na Bahia. Desse modo, na sua alma estava plantada a semente da vocação religiosa. Aos vinte e um anos, Antônio decidiu ingressar na Ordem franciscana, no Rio de Janeiro. Sua educação no seminário tinha sido tão esmerada que, após um ano, recebeu as ordens sacerdotais, em 1762. Uma deferência especial do papa, porque ele ainda não tinha completado a idade exigida.
Em 1768, foi nomeado pregador e confessor do Convento das Recolhidas de Santa Teresa, ouvindo e aconselhando a todos. Entre suas penitentes encontrou irmã Helena Maria do Sacramento, figura que exerceu papel muito importante em sua obra posterior. Irmã Helena era uma mulher de muita oração e de virtudes notáveis. Ela relatava suas visões ao frei Galvão. Nelas, Jesus lhe pedia que fundasse um novo Recolhimento para jovens religiosas, o que era uma tarefa difícil devido à proibição imposta pelo marquês de Pombal em sua perseguição à Ordem dos jesuítas. Apesar disso, contrariando essa lei, frei Galvão, auxiliado pela irmã Helena, fundou, em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência. No ano seguinte, morreu irmã Helena. E os problemas com a lei de Pombal não tardaram a aparecer. O convento foi fechado, mas frei Galvão manteve-se firme na decisão, mesmo desafiando a autoridade do marquês. Finalmente, devido à pressão popular, o convento foi reaberto e o frei ficou livre para continuar sua obra. Os seguintes quatorze anos foram dedicados à construção e ampliação do convento e também de sua igreja, inaugurada em 1802. Quase um século depois, essa obra tornar-se-ia um "patrimônio cultural da humanidade", por decisão da UNESCO. Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba. Lá, permaneceu onze meses para organizar a comunidade e dirigir os trabalhos da construção da Casa. Nesse meio tempo, ele recebeu diversas nomeações, até a de guardião do Convento de São Francisco, em São Paulo. Com a saúde enfraquecida, recebeu autorização especial para residir no Recolhimento da Luz. Durante sua última enfermidade, frei Galvão foi morar num pequeno quarto, ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum alívio e conforto. Ele faleceu com fama de santidade em 23 de dezembro de 1822. Frei Galvão, a pedido das religiosas e do povo, foi sepultado na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo construíra. Depois, o Recolhimento do frei Galvão tornou-se o conhecido Mosteiro da Luz, local de constantes peregrinações dos fiéis, que pedem e agradecem graças por sua intercessão. Frei Galvão foi beatificado pelo papa João Paulo II em 25 de outubro de 1998, e canonizado em 11 de maio de 2007 pelo papa Bento XVI, em São Paulo, Brasil.

Fonte- http://diocesedecolatina.org.br/